Grande concentração de servidores na sede do SINDSERV marca início da mobilização para GREVE
Cerca de 400 servidores públicos se reuniram hoje (07/04) na sede do Sindicato dos Servidores Públicos de Jaguariúna (SINDSERV JAGUARIÚNA) em um ato marcante que dá início à mobilização para uma greve. A concentração, que lotou as dependências do sindicato e arredores, demonstra a insatisfação da categoria com as atuais condições de trabalho e a falta de avanços nas negociações com o governo municipal.

O movimento surge após as negociações não terem sido satisfatórias para a categoria dos servidores, que incluem reajuste salarial, melhoria no ambiente de trabalho e condições dignas. A “Carta Aberta à População Jaguariunense”, divulgada ontem pelo SINDSERV JAGUARIÚNA, já alertava para a necessidade de medidas urgentes por parte da administração pública.
Durante o ato, diretores do SINDSERV JAGUARIÚNA reforçaram a importância da união da categoria e destacaram que, caso não haja uma proposta satisfatória por parte do governo, a paralisação será inevitável. “Hoje mostramos nossa força e nossa determinação. Se não forem atendidas nossas demandas, seguiremos firmes na luta por nossos direitos”, declarou Luiz Carlos (Kaká) presidente do sindicato.
A presença maciça de servidores de diferentes setores, como Educação, Saúde, Administração, Segurança Pública, SAAEJA, Obras, entre outros, evidenciou o descontentamento generalizado. Muitos participantes demonstram insatisfação com a proposta da Prefeitura, enquanto outros compartilham relatos sobre a precarização do serviço público.

A mobilização deve continuar hoje e amanhã. Ficou definido que nesta terça-feira (08/04) haverá uma Assembleia Geral na Praça da Igreja Matriz, às 17h, para deliberar sobre a deflagração da greve. O ato seguirá em caminhada até a Câmara dos Vereadores. Já na quarta-feira (09/04), a concentração será em frente ao Paço Municipal, na Rua Francisco Dal’bó, 50, Guedes, a partir das 7h da manhã, marcando o centro das mobilizações.
Os atos buscam ampliar a visibilidade da mobilização e pressionar o governo a retomar as negociações com propostas concretas. Se não houver avanços, a paralisação deve ser iniciada ainda nesta semana, impactando serviços públicos essenciais. Enquanto isso, o sindicato mantém o diálogo aberto, cobrando do governo municipal urgência nas negociações para evitar uma paralisação que pode afetar diretamente os serviços essenciais à população.
“A categoria aguarda um posicionamento oficial da prefeitura, com propostas melhorando o que já foi apresentado. A pressão continua, e a mobilização permanece firme em busca de respostas”, finalizou o presidente Luiz Carlos (Kaká).


